de terça.
Hoje: 12km steady state; ida e volta de bici.
quarta-feira, março 31, 2010
segunda-feira, março 29, 2010
Treino de sábado:
Era um outro oito. Então, fiz 12 km, meio baleado da noitada de sexta, sozinho.
Segunda: 12 km ss, atrasado, preguiçoso, lento, mas fui.
Segunda: 12 km ss, atrasado, preguiçoso, lento, mas fui.
sexta-feira, março 26, 2010
Treino de hoje:
12 km ss, andando bem em ritmo baixo, sem ninguém pra atrapalhar (ou empurrar).
Fui de bici.
Fui de bici.
quarta-feira, março 24, 2010
Treino de hoje:
12 km ss, os primeiros oito perseguido tenazmente, os últimos quatro com pressão do técnico.
Fora a ida e volta de bici.
Fora a ida e volta de bici.
terça-feira, março 23, 2010
segunda-feira, março 22, 2010
sexta-feira, março 19, 2010
segunda-feira, março 15, 2010
sexta-feira, março 12, 2010
quarta-feira, março 10, 2010
terça-feira, março 09, 2010
segunda-feira, março 08, 2010
quinta-feira, março 04, 2010
Nada funciona pior
Que a tampinha do creme dental colgate, que acaba sempre aberta, endurecendo a pasta.
Treino de hoje: 12km ss.
Treino de hoje: 12km ss.
quarta-feira, março 03, 2010
quarta-feira, novembro 25, 2009
Recuperando do batidão que abalou a família (todos bem)
quinta-feira, outubro 29, 2009
segunda-feira, outubro 05, 2009
terça-feira, setembro 29, 2009
Cidades ciclistas
Esta é a esquina do hotel que eu fiquei em Viena. De manhã, havia um tráfego intenso e silencioso de bicicletas usadas como meio de transporte. Bicicletários e sinalização específica.
Para conseguir espaço para a ciclovia, a sarjeta foi preenchida com asfalto, e os carros invadiram uma das calçadas, aumentando o chamado leito carroçável.
O tráfego de automóveis é tão baixo nas vias secundárias que os ciclistas nem usam a ciclovia. Imagino que só quando um carro surja, o que se percebe pelo barulho.
A rua que vem da direita é fechada só para bicicletas.
E vai dar numa estação de metrô.
Entre o Novo Danúbio (ouvi dizer que a água é filtrada) e o Danúbio há um imenso parque, de mais de dez quilômetros de comprimento por uns seiscentos ou setecentos metros de largura, muito aproveitado por ciclistas e patinadores treinando. O acesso é feito por pontes como essa.
Londres se diz a cidade onde o ciclismo como transporte mais cresce na Europa. Acredito que haja lá uma recomendação para o uso de roupas fosforescentes.
Hora do rush.
Com ciclovias seguras em cidades planas, a bicicleta é um meio de transporte muito rápido, porque o ciclista pode correr sem se arriscar.
sexta-feira, setembro 25, 2009
Domingo no park
Andei até o Speakers Corner do Hyde Park, com muçulmanos brandindo o Corão, ativistas de todo tipo, e até jovens pacifistas distribuindo free hugs.


De lá vi o Marble Arch com suas bandeiras coloridas, e lembrei da “Hallelujah” do Leonard Cohen, pelo verso: “I've seen your flag on the marble arch, love is not a victory march...”

Depois passei por uma procissão de auto-flagelantes da Mão de Fátima, que gritavam e se espancavam em uníssono, devidamente escoltados pela polícia.

Continuei até passar pela Serpentine, o laguinho.
Continuei até passar pela Serpentine, o laguinho.
Mais a frente, já na avenida ao sul do parque, junto à embaixada, havia um grande protesto contra o presidente do Irã, muito animado.
Cheguei ao Albert Hall, onde estava pra começar uma apresentação do “Messiah” do Handel. Arrumei um ingresso ao lado da orquestra, e fiquei esperando, maravilhado, o coro de uns duzentos jovens e o gigantesco órgão cantarem o manjadíssimo Hallelujah (de novo!), quando o imenso teatro lotado ficou todo de pé. Emocionante.
No dia seguinte de manhã fui a Chiswick, um ponto meio afastado na cidade, na fiúza de remar no clube da University of London. O clube estava com o portão aberto, com o cadeado destrancado. Entrei. Contornei o edifício, e a garagem estava com uma das portas abertas, com todo o material caro exposto. Gritei, bati palmas, ninguém apareceu. Fiquei lá uns quarenta minutos esperando um barco que devia estar na água.
Lá o Tâmisa é estreito e calmo, cercado por árvores, casas e tabernas antigas, muito bucólico. Cisnes flutuavam no rio, e lembrei de outra canção do Leonardo, “The Traitor”: “Now the swan, it floated on the English River...”
Só vi um skiff subindo a corrente, seguido por um inflável a motor, com o técnico, que estranhou a minha presença lá, chegou um pouco perto, mas desistiu de me interpelar e voltou aos seus afazeres. Não me pareceu um barco do clube, pois não reconheci as pás roxas.
À noite encontrei um amigo que mora lá, e tomamos muitos pints de cerveja em vários pubs diferentes.
quarta-feira, setembro 23, 2009
Viena, Novo Danúbio
A foto é do dia anterior ao início das provas. Fui um pouco melhor que o ano passado, mas ainda falta muito. Quinto no single (oito inscritos), quinto no oito (seis inscritos) que teve sérios problemas e ficou bem abaixo da expectativa, quarto no double (oito inscritos).
Não era nada fácil descer o barranco carregando o oito, no grande congestionamento de gente e barcos dos dias de provas.
É um estádio de remo, e não um clube, de uso esporádico, localizado no longo parque (mais de 10km) entre o Danúbio e o Novo Danúbio, um canal artificial. Pelados pululavam pelas margens, aproveitando o fim do verão.
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