Às oito. Oba.
Treino de hoje: 12km ss + a bici ida e volta.
sexta-feira, março 12, 2010
quarta-feira, março 10, 2010
terça-feira, março 09, 2010
segunda-feira, março 08, 2010
quinta-feira, março 04, 2010
Nada funciona pior
Que a tampinha do creme dental colgate, que acaba sempre aberta, endurecendo a pasta.
Treino de hoje: 12km ss.
Treino de hoje: 12km ss.
quarta-feira, março 03, 2010
quarta-feira, novembro 25, 2009
Recuperando do batidão que abalou a família (todos bem)
quinta-feira, outubro 29, 2009
segunda-feira, outubro 05, 2009
terça-feira, setembro 29, 2009
Cidades ciclistas
Esta é a esquina do hotel que eu fiquei em Viena. De manhã, havia um tráfego intenso e silencioso de bicicletas usadas como meio de transporte. Bicicletários e sinalização específica.
Para conseguir espaço para a ciclovia, a sarjeta foi preenchida com asfalto, e os carros invadiram uma das calçadas, aumentando o chamado leito carroçável.
O tráfego de automóveis é tão baixo nas vias secundárias que os ciclistas nem usam a ciclovia. Imagino que só quando um carro surja, o que se percebe pelo barulho.
A rua que vem da direita é fechada só para bicicletas.
E vai dar numa estação de metrô.
Entre o Novo Danúbio (ouvi dizer que a água é filtrada) e o Danúbio há um imenso parque, de mais de dez quilômetros de comprimento por uns seiscentos ou setecentos metros de largura, muito aproveitado por ciclistas e patinadores treinando. O acesso é feito por pontes como essa.
Londres se diz a cidade onde o ciclismo como transporte mais cresce na Europa. Acredito que haja lá uma recomendação para o uso de roupas fosforescentes.
Hora do rush.
Com ciclovias seguras em cidades planas, a bicicleta é um meio de transporte muito rápido, porque o ciclista pode correr sem se arriscar.
sexta-feira, setembro 25, 2009
Domingo no park
Andei até o Speakers Corner do Hyde Park, com muçulmanos brandindo o Corão, ativistas de todo tipo, e até jovens pacifistas distribuindo free hugs.


De lá vi o Marble Arch com suas bandeiras coloridas, e lembrei da “Hallelujah” do Leonard Cohen, pelo verso: “I've seen your flag on the marble arch, love is not a victory march...”

Depois passei por uma procissão de auto-flagelantes da Mão de Fátima, que gritavam e se espancavam em uníssono, devidamente escoltados pela polícia.

Continuei até passar pela Serpentine, o laguinho.
Continuei até passar pela Serpentine, o laguinho.
Mais a frente, já na avenida ao sul do parque, junto à embaixada, havia um grande protesto contra o presidente do Irã, muito animado.
Cheguei ao Albert Hall, onde estava pra começar uma apresentação do “Messiah” do Handel. Arrumei um ingresso ao lado da orquestra, e fiquei esperando, maravilhado, o coro de uns duzentos jovens e o gigantesco órgão cantarem o manjadíssimo Hallelujah (de novo!), quando o imenso teatro lotado ficou todo de pé. Emocionante.
No dia seguinte de manhã fui a Chiswick, um ponto meio afastado na cidade, na fiúza de remar no clube da University of London. O clube estava com o portão aberto, com o cadeado destrancado. Entrei. Contornei o edifício, e a garagem estava com uma das portas abertas, com todo o material caro exposto. Gritei, bati palmas, ninguém apareceu. Fiquei lá uns quarenta minutos esperando um barco que devia estar na água.
Lá o Tâmisa é estreito e calmo, cercado por árvores, casas e tabernas antigas, muito bucólico. Cisnes flutuavam no rio, e lembrei de outra canção do Leonardo, “The Traitor”: “Now the swan, it floated on the English River...”
Só vi um skiff subindo a corrente, seguido por um inflável a motor, com o técnico, que estranhou a minha presença lá, chegou um pouco perto, mas desistiu de me interpelar e voltou aos seus afazeres. Não me pareceu um barco do clube, pois não reconheci as pás roxas.
À noite encontrei um amigo que mora lá, e tomamos muitos pints de cerveja em vários pubs diferentes.
quarta-feira, setembro 23, 2009
Viena, Novo Danúbio
A foto é do dia anterior ao início das provas. Fui um pouco melhor que o ano passado, mas ainda falta muito. Quinto no single (oito inscritos), quinto no oito (seis inscritos) que teve sérios problemas e ficou bem abaixo da expectativa, quarto no double (oito inscritos).
Não era nada fácil descer o barranco carregando o oito, no grande congestionamento de gente e barcos dos dias de provas.
É um estádio de remo, e não um clube, de uso esporádico, localizado no longo parque (mais de 10km) entre o Danúbio e o Novo Danúbio, um canal artificial. Pelados pululavam pelas margens, aproveitando o fim do verão.
segunda-feira, agosto 31, 2009
quarta-feira, agosto 26, 2009
Leonard Cohen

Do Telegraph.
No fim do ano passado a tv 20” tela curva da minha filha faleceu. Chegara a hora de comprar uma tvzona HD. Passei a 29” tela plana pra ela e, seguindo autorizados conselhos, comprei uma plasma HD 42”. Não full HD porque a diferença não seria perceptível nesse tamanho de tela, e tampouco a qualidade da transmissão aproveitaria o full HD. E contratei um serviço de TV a cabo com um harddisk pra gravar os poucos programas legais em HD disponíveis.
Sexta-feira passada vi um filme que eu tinha gravado, um documentário sobre o Leonard Cohen, “I’m your man”. Eu já conhecia há muito tempo o compositor, tenho alguns discos dele, e uma predileção, entre outras, por duas interpretações da Madeleine Peyroux, “Dancing to the end” e “Blue alert”. Aquela voz gravíssima meio sussurrada, mal deixando identificar a melodia, nunca me convenceu muito. Mas vendo no filme o sujeito simpático comentando as canções e contando passagens da sua vida, e acompanhando as canções legendadas interpretadas por um grupo talentosíssimo organizado pelos irmãos Wainright, entendi – antes tarde do que nunca - porque ele é tão cultuado. A mistura de sarcasmo, auto ironia e lirismo, nas longas letras de métrica e rima perfeita, em melodias simples que envolvem e dão muita liberdade ao intérprete, é uma receita explosiva. E só vendo o filme fiquei sabendo que a excelente “Hallelujah”, batida na série “The OC” e no “Shrek” é do Cohen, na versão do próprio Rufus Wainright.
Confiram a valsinha country “The Traitor”, por Martha Wainright, tirada do filme (pelo o que eu entendi, a incorporação do filme aqui foi vedada por solicitação), que narra de maneira enviesada a história de um casal que permanece junto depois que o amor acaba, segundo entendi.
segunda-feira, agosto 24, 2009
A raia da USP é mais limpa que muita praia boa

pena que seja proibido nadar.
São Paulo, 13 de agosto de 2009AMOSTRA: Água da raia
INTERESSADO: CEPEUSP
TÉCNICA: Determinação de E.coli através da Técnica dos Tubos Múltiplos, segundo APHA 1995, usando o substrato cromogênico /fluorogênico Colilert.
Data da análise
Local
Local da coleta
E.coli /100mL
12/08/09
Raia/USP
Portão Jaguaré
20
Portão de Embarque
40
Portão Fepasa
<20
Conclusão: De acordo com a Resolução CONAMA/274 de 29/11/2000, as amostras analisadas apresentaram padrão microbiológico excelente para recreação de contato primário.
_______________________________________________
Prof. Dr. René P. Schneider
Depto de Microbiologia ICB/USP
sexta-feira, agosto 21, 2009
Vai cumê sua mãe

Tem um porquinho igual a esse, em lilás, no começo da Heitor Penteado, assinado por uma tal de Vegan Crew.
Foto do .francisco.
quarta-feira, agosto 19, 2009
O Bradesco alienou a Sprinter do Tio Luiz no Detran
sexta-feira, agosto 07, 2009
Mini rotatória

Nem tudo o que "eles" fazem está errado. A mini rotatória que vem sendo implantada pelo CET é uma invenção simples e boa, mas a maioria dos motoristas não sabe usá-la. Nas ruas onde foi instalada, a tendência dos motoristas é continuar a respeitar a preferência antiga. Este é o erro. Na mini rotatória, a preferência é de quem chega antes, se houver espaço na direção que se vai além do círculo. Se não houver espaço, inverte-se a ordem da preferência, e assim o trânsito pára o mínimo possível. Parece difícil mas não é. Basta manter o círculo mágico livre. Outro erro que se faz é quando passa o primeiro carro o que vem atrás "aproveita o embalo" e vai junto, fazendo o carro que vem de outra direção esperar. Tá errado! Quando há espaço nas duas direções depois do círculo, vale a regra "um de cada lado", já consagrada pelo costume do motorista paulistano em outras situações, na verdade o respeito à regra da preferência de quem chega primeiro.
quarta-feira, agosto 05, 2009
segunda-feira, agosto 03, 2009
Bike commuter

http://www.bikerumor.com/category/commuter/page/3/
Outro dia fiz uma experiência como bike commuter (como os anglófonos chamam aqueles que usam a bici como meio de transporte cotidiano), uma simulação de como seria usar a bici pra chegar ao trabalho. Moro no Alto de Pinheiros e trabalho no Centro. Tenho que atravessar a Vila Madalena pra alcançar o espigão da Paulista, o que não é mole. Então, estudei no Google Earth o melhor caminho, do ponto de vista altimétrico, um caminho pelo qual eu só subisse, até chegar no espigão, para que não tivesse que subir duas vezes a mesma ladeira, por assim dizer.
Pedroso de Morais, Moras, Simão Álvares, Aspicuelta, Simpatia, Praça Horácio Sabino (essa foi a subida pesada), Cristiano Viana, Heitor, e ufa, Dr. Arnaldo. Praticamente só subi durante todo o trajeto. Daí em diante, só moleza: Dr. Arnaldo e a descida da Consolação. A partir da D. Antônia de Queiroz, um momento de verdadeira tensão, causado pelo excesso de velocidade pra minha bici de 130 reais e freios à altura. Comecei a brecar uns 70 metros antes da Maria Antônia.
Fui e voltei em menos de uma hora, uns vinte e cinco quilômetros, com roupas esportivas, e no pouco trânsito do domingo de manhã. Cheguei suadão. Pra poder trabalhar, teria que tomar banho e me trocar lá. Ainda tem a chuva e o frio. Por enquanto fica pra andar perto de casa.
Pedroso de Morais, Moras, Simão Álvares, Aspicuelta, Simpatia, Praça Horácio Sabino (essa foi a subida pesada), Cristiano Viana, Heitor, e ufa, Dr. Arnaldo. Praticamente só subi durante todo o trajeto. Daí em diante, só moleza: Dr. Arnaldo e a descida da Consolação. A partir da D. Antônia de Queiroz, um momento de verdadeira tensão, causado pelo excesso de velocidade pra minha bici de 130 reais e freios à altura. Comecei a brecar uns 70 metros antes da Maria Antônia.
Fui e voltei em menos de uma hora, uns vinte e cinco quilômetros, com roupas esportivas, e no pouco trânsito do domingo de manhã. Cheguei suadão. Pra poder trabalhar, teria que tomar banho e me trocar lá. Ainda tem a chuva e o frio. Por enquanto fica pra andar perto de casa.
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